Relato de campanha: 24 – 26 de janeiro RJ

Um breve relato da passagem do Pré-candidato Plinio Jr pelo estado do Rio de janeiro

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– Chegamos numa correria, com o atraso do voo de quarta-feira (24) às 19h. Corremos do Santos Dumont para a Lapa, no Espaço Plinio (batizado em homenagem a meu pai) do mandato do vereador Renato Cinco. O salão já estava lotado e realizamos um fundamental debate sobre o desmonte da previdência pelo governo Temer e analisamos ainda a conjuntura nacional, lembrando que algumas horas antes, Lula havia sido condenado em segunda instância pelo TRF-4 de Porto Alegre.

 
– Na quinta, logo cedo conversa com militantes do setorial de negras e negros do PSOL, e ao meio-dia, pegamos o carro e subimos a Serra do Rio em direção a Teresópolis. No caminho, uma parada em Guapimirim para uma entrevista concedida à televisão local Art TV

Perto de Teresópolis uma rápida parada para um lanche e café, com direito a foto com a equipe com o pico do Dedo de Deus ao fundo.

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Chegando no centro de Teresópolis, Rodrigo Cosenza, do PSOL local, nos recebe com grande simpatia.

– Às 19h, iniciamos um frutífero bate-papo na UERJ local, campus de turismo. Foi uma atividade riquíssima que contou com a participação de diversos filiados e simpatizantes do partido, inclusive o vereador Renato Cinco. O debate contou com muitas perguntas e comentários do público.

– Na sexta, logo de manhã também, mais conversa boa! Participei do programa de rádio Faixa Livre, na band AM e na web, comandado pelo economista Paulo Passarinho. O tema do debate foi “Como fica o tabuleiro político após o julgamento de Lula?” e também contou com as participações de Carlos Eduardo Martins (Cientista político do IFCS/UFRJ), André Luiz Coelho (Professor de Ciência Política da Unirio) e Luiz Fernando Miranda (Doutor em Ciência Política pela UFF).

– De botafogo (sede da rádio Band), voltamos ao centro do Rio para visitar a Ocupação Manoel Congo, ocupação urbana que existe (e resiste) há mais de dez anos no coração do centro financeiro carioca, ao lado da Câmara dos Vereadores, organizada pelo Mnlm Rio.

Lá, Lurdinha Lopes e Elisete Napoleão e outros membros do MNLM nos receberam com muito carinho e contaram um pouco do histórico do movimento na luta pela moradia e pela reforma urbana.

Além disso, também fizeram uma análise bem crítica das políticas habitacionais dos últimos governos (inclusive os petistas), que mais serviram às empreiteiras e à especulação imobiliária do que para resolver o desumano déficit de habitação brasileiro.

Lembrei do meu envolvimento com a luta do MST, e de cursos e debates de que participei em assentamentos. Ao final, solicitei ao MNLM que participasse da elaboração do programa no ponto sobre reforma urbana e habitação, o que foi aceito com entusiasmo pelo militantes!

 
– Saindo da ocupação passamos no Trans Lume. Muito orgulho e admiração de nosso aguerrida e corajosa militância das pessoas trans. A atividade tinha como intenção a ampliação dos direitos do/as transexuais, pela aprovação da lei João Nery, que busca garantir reconhecimento a sua identidade de gênero e assegurar direitos às pessoas trans. O evento foi preparatório para o 29 de janeiro, dia da visibilidade trans!

Ainda sobrou espaço para o almoço com direito à entrevista concedida à militante Daniela Petti, do Comunismo e Liberdade, e apoiadora da campanha.

 
Volto a São Paulo com a certeza de que estamos no caminho certo e com muita garra para o bom debate com a rapaziada que não para de lutar!